Fonte: Sportinveste Multimédia
terça-feira, 02 Dezembro 2008

Fechar o ano nos pontos é a meta de Armindo Araújo

A segunda temporada de Armindo Araújo no Campeonato do Mundo de Ralis de Produção termina no próx ...
Fechar o ano nos pontos é a meta de Armindo Araújo
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A segunda temporada de Armindo Araújo no Campeonato do Mundo de Ralis de Produção termina no próximo fim-de-semana nas especiais galesas do Rali da Grã-Bretanha. Com 12 pontos, fruto de um terceiro lugar, de um quinto e de um sétimo, o piloto português está neste momento empatado no oitavo lugar com mais um adversário. A meta para fechar o ano em beleza passa por somar pontos e conseguir se possível entrar nos cinco primeiros. A tarefa não será fácil, até porque são vários os pilotos do campeonato britânico que vão correr em condições de roubar pontos, mas Armindo Araújo vai fazer tudo para sair do País de Gales com o melhor resultado possível, tanto na prova como no campeonato. Este é o rali mais difícil da época do piloto do Mitsubishi Lancer Evo IX, uma vez que “se realiza sempre debaixo de muita chuva, com lama e muito nevoeiro. Os pilotos locais são muito fortes, pois para além de terem um melhor conhecimento das especiais estão habituados às condições climatéricas, pelo que acredito que os irmãos Mark e Davd Higgins, o Guy Wilks e mesmo o Patrik Flodin vão entrar na luta pela vitória. Quanto a nós vamos tentar tirar o máximo partido da experiência do ano passado, embora hajam vários troços novos. O objectivo passa por fazer um rali com cabeça, para tentar somar o máximo de pontos possível e ganhar posições no campeonato”, afirma Armindo Araújo. O piloto de Santo Tirso sente que na segunda metade do ano o carro que tripula esteve mais competitivo e isso pode ser importante numa prova tão complicada. “Como se viu nos dois últimos ralis, o carro está mais rápido que na primeira metade da época, mas tanto na Nova Zelândia como no Japão não tivemos a sorte do nosso lado, porque senão acredito que estaria a lutar pelo pódio no campeonato. No Japão tivemos um problema quando estávamos em sexto e tínhamos acabado de vencer um troço. Na Nova Zelândia a caixa partiu na primeira classificativa, mas no segundo e terceiro dias estivemos invariavelmente entre os mais rápidos. Agora acredito que o Mitsubishi Lancer Evo IX vai estar de novo competitivo e que nos vai ajudar a cumprir os objectivos traçados, ter cabeça e somar o máximo de pontos possível”, disse a finalizar o tetra-campeão nacional de ralis. O Campeonato do Mundo de Ralis vai terminar com uma das suas provas mais clássicas. Ao todo vão ser 19 especiais divididas pelos três dias, num total de 348,99 quilómetros ao cronómetro.
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